quarta-feira, 9 de maio de 2012

Evento imperdível hoje na UERJ


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Inauguração do Auditório Presidente João Goulart


Contamos com a presença de todos para a inauguração do 

AUDITÓRIO PRESIDENTE JOÃO GOULART

à realizar-se dia 02 de maio, às 18:30hs, no auditório 91 (9° andar) da UERJ, com o evento:

"Educação Pública no Brasil: a ditadura continua até hoje?"

A mesa contará com a participação de:

Lená Medeiros (Sub-Reitora de Graduação da UERJ)
Denize Goulart (Historiadora e Filha do Presidente João Goulart)
Oswaldo Munteal (Professor do Departamento de História - UERJ)

Comparecerá à inauguração a ex-Primeira-Dama Maria Thereza Goulart.



sexta-feira, 20 de abril de 2012

O Brasil em Evidência: Utopia do Desenvolvimento

Lançamento do livro organizado pelos Professores Oswaldo Munteal e
Paulo Emílio Matos Martins publicado pelas editoras FGV e PUC-Rio




terça-feira, 3 de abril de 2012

Prisioneiro das Drogas: segurança pública, saúde e direitos humanos no Brasil


Livro organizado pelo Professor Oswaldo Munteal, que acaba de ser publicado, disponível em todas as livrarias do Brasil

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

I FÓRUM DE DIREITOS HUMANOS

Na próxima quarta-feira, dia 14 de setembro, ocorrerá o I Fórum de Direitos Humanos, na UERJ, no qual serão debatidos as Políticas públicas de educação na perspectiva dos Direitos Humanos e da diversidade.



PROGRAMAÇÃO:

15:00h - Reunião com representantes de movimentos sociais e de defesa dos direitos humanos

17:30h - Mesa 1: Políticas publicas de educação na perspectiva dos direitos humanos e diversidade

19:00h - Mesa 2: Passando o Brasil a limpo: Comissão da Memória e Verdade

Coordenação: Claudia Grabois e Oswaldo Munteal.

Palestrantes: Marcelo Chalreo (Vice-Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Assistência Judiciária da OAB-RJ), Erika Pisaneschi (Diretora de Políticas de Educação de Direitos Humanos e Cidadania do Ministério da Educação), Adair Rocha (Professor da UERJ), Victória Grabois (Vice-Presidente do Grupo Tortura Nunca Mais/RJ), Theofilo Santos (Cientista Social/UJS/Fundação Mauricio Grabois), Aurélio Fernandes (Professor da Rede Estadual do RJ), Andrei Bastos (Jornalista e integrante da CDHAJ/OAB-RJ).

INSCRIÇÕES:

forumdireitoshumanos@gmail.com

INFORMAÇÕES:

forumdireitoshumanos@gmail.com

LOCAL: Universidade do Estado do Rio de Janeiro / UERJ

Rua São Francisco Xavier

Nº 524 - Maracanã

Auditório 111 - 11º andar, bloco F


quarta-feira, 18 de maio de 2011

Lançamento do livro Perspectivas da Administração em Segurança Pública no Brasil


CONVITE LANÇAMENTO
16 de junho de 2011 às 19h
Local: Livraria Leonardo da Vinci
Avenida Rio Branco, 185 - Centro
Rio de Janeiro

A Segurança é um estágio almejado por todos nós; paradoxalmente, é uma das condições mais difíceis de ser alcançada em sua plenitude. Em nome da segurança, teorias foram formuladas; sistemas de poder foram planejados, guerras foram travadas e políticos de todo o mundo foram eleitos ou se colocaram no poder. Perspectivas da Administração em Segurança Pública traz um conjunto de análises sob novos olhares da administração pública elaborado por gestores, profissionais e acadêmicos da área. Atualmente, a temática ocupa de forma incessante amplos espaços na mídia e nas discussões que perpassam a sociedade, mas, apesar da quantidade de referências, o acesso a análises embasadas e consistentes ainda se restringe a poucos. Este livro apresenta uma linguagem acessível para todo e qualquer público.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Historiador destaca conquistas da mulher nas diversas áreas da sociedade

Por Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - A luta pelo voto, a ampliação da participação feminina no mercado de trabalho e a atuação crescente na vida pública são as principais conquistas que devem ser comemoradas hoje (8) pelas mulheres no Dia Internacional da Mulher, disse à Agência Brasil o historiador Oswaldo Munteal, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). “É a mulher como sujeito da ação, dentro da evolução política brasileira”, afirmou. Para o historiador, a luta pelo voto no Brasil foi uma conquista de muitas mulheres isoladamente e também do movimento coletivo de mulheres, ao participarem das forças de trabalho nas fábricas, no campo e no setor de serviços.

O segundo eixo importante na ampliação do papel feminino na sociedade é a sua participação na família, deixando para trás a imagem restrita de mãe e companheira. “A mulher adquire cada vez mais uma liderança no lar, não como representante da mãe e esposa, mas é a trabalhadora”. Esse processo de evolução permitiu à mulher superar a imagem divulgada no século 20 pelo fascismo de mulher reprodutora. A mulher continua sendo mãe e esposa, mas passa a ser ela mesma, ou seja, ela passa a ter uma identidade, pontuou Munteal.

O historiador destacou ainda que as mulheres, na entrada do século 21, passaram a protagonizar os postos mais relevantes do país. Um exemplo é Dilma Rousseff, eleita no ano passado a primeira presidenta do Brasil. “A mulher hoje é a grande expectativa, do ponto de vista de gênero, de uma virada neste mundo tão conservador que nós temos. É um mundo muito masculino, extremamente machista e violento”. Segundo ele, esse novo eixo abre perspectivas positivas para a mulher no mundo.

O professor da Uerj também falou do papel da mulher no carnaval. A observação é que existe uma “coisificação” evidente da mulher, sobretudo nessas datas festivas, “onde aparece como grande produto nas prateleiras dos meios de comunicação. A mulher é consumida nos meios de comunicação como uma espécie de commoditie (produtos minerais e agrícolas comercializados no mercado internacional), como soja. Se consome no olhar. Não é um consumo só objetivo, físico. É um consumo do voyerismo, que atinge diversas camadas da sociedade brasileira e mundial”.

Apesar das conquistas, Oswaldo Munteal afirmou que há muito ainda para se avançar na história das lutas sociais das mulheres no Brasil. “Há muito que caminhar. Mas, eu vejo, feliz, a mulher chegando ao poder. Vejo pessoas na luta para expandir a presença da mulher nesse campo”. Assinalou a necessidade de um processo de amadurecimento e de convencimento da sociedade civil de que a mulher tem um papel a exercer que não o de objeto, mas como sujeito da história.

Edição: Aécio Amado

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/web/ebc-agencia-brasil/ultimasnoticias?p_p_id=56&p_p_lifecycle=0&p_p_state=maximized&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-1&p_p_col_count=1&_56_groupId=19523&_56_articleId=3205939